FORÇA ESTRANHA
Que é feito daqueles dias?
Quantas alegrias!
Lembras, amor?
Eu sabia te instigar.
Sabia te provocar.
Tanto, tanto.
Tu sabias que naqueles dias eu era riso e pranto.
Meu peito eu abria.
E tu me abrigavas.
Como se uma rolinha eu fosse.
Frágil.
Tão frágil.
E meiga.
Tu me abrigaste sob tuas asas fortes.
Meu gavião do bem.
Lembro também...
Dos nossos voos.
Apesar de ser uma simples e indefesa rolinha eu não voava sozinha.
Te convidava.
E tu aceitavas.
Para nós, tempo, distância e tudo mais não incomodava.
Nunca incomodou.
Porque foi uma força estranha que nos aproximou.
Quantas alegrias!
Lembras, amor?
Eu sabia te instigar.
Sabia te provocar.
Tanto, tanto.
Tu sabias que naqueles dias eu era riso e pranto.
Meu peito eu abria.
E tu me abrigavas.
Como se uma rolinha eu fosse.
Frágil.
Tão frágil.
E meiga.
Tu me abrigaste sob tuas asas fortes.
Meu gavião do bem.
Lembro também...
Dos nossos voos.
Apesar de ser uma simples e indefesa rolinha eu não voava sozinha.
Te convidava.
E tu aceitavas.
Para nós, tempo, distância e tudo mais não incomodava.
Nunca incomodou.
Porque foi uma força estranha que nos aproximou.
sonia delsin

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