segunda-feira, 16 de dezembro de 2013



QUALQUER COISA NO AR


Sinto...
Minha pele conta.
Os arrepios... Os sinais...
O tempo passa e me fala no seu decorrer
tranqüilo
que ficou alguma coisa no ar.
Minha mão quer alcançar
o que está solto no eterno
fantasiar.
De uma sonhadora extravagante
que quer estar sempre
a voar...
Que não se importa com o ontem, com o hoje...
Que não espera nada do futuro,
mas quer tudo puro.
Quer pegar.
Vive a buscar...
O que vive solto no ar.
No seu louco imaginar.

sonia delsin 

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